terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Dores de crescimento

Quando sentei na cadeira do barbeiro e aquele nobre profissional me entregou a Playboy, me senti um homem feito. Eu ainda disse a mentira clássica: só vou ler a entrevista. Tinha uns 14 anos. Mas as dores de crescimento logo apareceram, uns outros moleques deram mole e o barbeiro cortou a assinatura da bíblia de todo adolescente. Foi uma grande decepção.
As dores de crescimento são inevitáveis. Ainda as tenho só que agora elas surgem como dores musculares. Todo atleta de fim de semana tem umas paradas dessas. Consegui uma distensão na lombar e tô fora de circulação por um tempo. E tive que passar por toda a via-crúcis: sair mancando e todo torto pela rua; ortopedista, para ver se não é nada na coluna; deixar de surfar ou fazer qualquer tipo de exercício físico, isso sempre acontece quando você está entrando em forma para poder surfar mais (além de dor de crescimento isso também é a Lei de Murph); acupuntura, o médico aqui perto de casa é bom, mas ele sempre demora mais que o necessário para resolver o problema; e, finalmente, fisioterapia.
Segundo a Gabriela, minha fisioterapeuta, o que tenho é lombalgia (uma contratura muscular lombar) além de problemas na musculatura paravertebral (os músculos internos que ficam na coluna).
Em tempo: só volto a surfar depois do carnaval.

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